E o que me faz sofrer
É o mesmo que sempre me diz
Que eu não devo me prender
É o beijo que eu desejo toda noite
E o corpo ao qual eu quero me fundir
É o deleite mais doce
E a Loucura que eu não pude resistir
É o acaso e o de repente
Sem avisar vem como chuva de verão
E sempre vai tão brevemente
Deixando nostalgia e dor no coração.
(Suelen Braga)

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